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terça-feira, 14 de novembro de 2017

A busca do Amor Perfeito

Durante a vida escolhemos nossos amantes e amores, pautados muitas vezes em nosso desejo de resgatar em outro alguém o tão sonhado amor incondicional que se traduz na área da ilusão, como a mais pura e verdadeira forma de amar, o único e verdadeiro amor.

A primeira forma de amor que conhecemos é o amor materno, talvez uma das mais belas formas de amar. Trata-se da total disponibilidade, do amor incondicional. A mãe simplesmente ama seu filho, incluindo suas características boas e ruins, costumo dizer, que a mãe ama o “pacote completo”. Seu amor, muitas vezes supera qualquer frustração e alcança a maior capacidade humana de perdoar que alguém pode sentir.

Lembremos que quando falamos da absoluta disponibilidade materna, nos referimos principalmente, aos primeiros meses de vida onde a  ilusão da total onipotência vivida pelo bebê, é essencial para seu desenvolvimento emocional e tão necessária para  viver a brecha entre a fantasia e a realidade. Neste tempo amor é sinônimo de mistura, complementaridade e plena satisfação narcísea dos próprios desejos, para o bebê o outro existe apenas para ele, está a sua disposição,  respira o ar que ele respira, ele e a mãe são um único ser, não há diferenciação ou limites claros.

O próximo passo para o desenvolvimento emocional é a vivência da frustração, a mãe totalmente disponível vai gradativamente e naturalmente “frustrando” o  bebê na medida em que o bebê já tem condições de lidar com essa frustração. Este movimento materno (ou de quem faz esse papel) é extremamente importante para o bebê começar a diferenciar o que é ele e o que não faz parte dele (mãe) iniciando assim sua “noção” primária de existência.


Usando esse momento do desenvolvimento emocional de todos nós como referência , podemos entender algumas formas de relação que continuam seguindo esse padrão, onde uma das partes por exemplo insiste em não acreditar que pode existir sem o outro, são os amores passionais onde mistura emocional e imaturidade afetiva ainda são entendidos ou traduzidos como amor.

Trazemos dentro de nós uma necessidade nata de completude que se torna preenchida num primeiro momento de nossa existência por esse amor materno.

Muitos adultos em busca desse amor perfeito, muitas vezes se perdem quando acreditam que amor é sinônimo de anulação, quando confundem liberdade com desrespeito, intimidade com invasão, quando usam de chantagem emocional para suprir suas carências; e ainda quando deixam de viver seus outros papéis na vida, mulher, homem,  profissional, filho (a), por exemplo, para “ser” exclusivamente em função do outro.

Algumas pessoas entendem o amor como algo quase mágico que mistura uma certa “santidade /pureza” com a total e plena devoção ao outro, eu diria que estão presas ao mito do amor “uterino”. São relações que muitas vezes exigem um raio-X dos pensamentos e sentimentos, desejam, necessitam dos detalhes sobre os pensamentos e sentimentos do outro, um verdadeiro relatório contínuo e absoluto sem pulos, desvios ou mesmo titubeios sobre tudo que passa em sua mente, é tão impossível racionalmente que geralmente só é confessado entre quatro paredes. Esse tipo de relação traz sofrimento e dor para ambos, parte de um entendimento equivocado onde amor é sinônimo de mistura e individualidade é sinônimo de desamor e traição.

O bebê só agüenta a frustração do afastamento momentâneo que seja da mãe, quando tem dentro de si a segurança e a confiança de que ela não o abandonará e de que ele conseguirá sobreviver sem ela naquele momento.

Portanto, como nosso próprio desenvolvimento emocional nos ensina, o “amor perfeito”, ou melhor dizendo o “amor saudável”, recusa à auto-anulação,  propõe a existência, a individualidade, o  respeito ao outro, a solidariedade, o companheirismo, e a confiança mútua.


Por: Sirley R. S. Bittú
Fonte: http://www.clinicaselfcare.com/artigo.php?id=106&a_busca_do_amor_perfeito.html

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Ansiedade na Infância: Como Identificar e o Que Fazer?

Estar ansioso significa sentir-se preocupado, nervoso ou temeroso. Quando você se sente ameaçado ou em perigo real, a ansiedade age como um sistema de alarme para mantê-lo longe do dano. Todos nós experimentamos ansiedade às vezes e ela pode inclusive ser útil em determinados momentos. Por exemplo, ficar ansioso antes de fazer um teste ou entrevista ou de falar em público pode servir como estímulo para nos preparamos melhor para essas ocasiões.
Com as crianças não é diferente: elas têm medo e ansiedade com freqüência. Contudo, a maioria dos medos e ansiedades infantis são normais – muitas vezes decorrentes do processo de aprendizagem em cada fase – e é comum que desapareçam naturalmente. Você se lembra de quando aprendeu a andar de bicicleta ou de quando amarrou o tênis pela primeira vez? Lembra-se das primeiras palavras lidas, das primeiras frases? Certamente esses desafios geraram muita ansiedade; mas, vencido o obstáculo, a inquietude deu lugar ao prazer.
A ansiedade passa a ser um problema quando se torna disfuncional e impede a criança de realizar tarefas simples, como dormir, brincar com outra criança ou ir à escola. Nesses casos, pode-se falar em transtornos de ansiedade, os problemas de saúde mental mais comuns entre crianças e jovens – 20% das crianças apresentam ou apresentarão algum traço ansioso.                                                  .
Afinal, como saber se meu filho é ansioso?
Antes de julgar que a ansiedade está se tornando um problema, é importante ficar atento aos sinais e levar em conta a idade e a fase pela qual a criança está passando. Crianças tímidas, que sentem muito medo, fazem muita birra, regridem a fases anteriores – começam a fazer xixi na roupa, por exemplo – ou roem as unhas possivelmente são crianças ansiosas. Embora seja natural crianças apresentarem essas atitudes em determinadas circunstâncias, se você notar que, em quase todas as situações, seu filho reage de um modo “diferente” do esperado para a idade dele, é provável que tenha um traço de ansiedade.
Mas atenção: não rotule seu filho, aluno ou qualquer criança sob seus cuidados de portador de algum transtorno. O diagnóstico só pode ser emitido depois de verificada a recorrência de episódios de ansiedade dentro de um determinado período. Além disso, caso a recorrência seja observada e identifique-se que a criança possui um traço ansioso, convém procurar um profissional, pois talvez seja necessário intervir com medicação.

Tipos de transtornos de ansiedade

Existem cinco tipos de transtorno de ansiedade. Informar-se sobre cada um deles pode auxiliar os pais a detectá-los.
Transtorno de Ansiedade de Separação: As crianças podem ficar assustadas quando têm de se separar dos pais – geralmente quando começam a freqüentar a escola. É normal que crianças pequenas tenham medo de ficar com um desconhecido, mas elas conseguem adaptar-se facilmente. A criança com ansiedade de separação, contudo, tem dificuldade para se adaptar. Para ela, algo aparentemente simples como passar do quarto dos pais para um quarto separado pode ser um desafio.
Crianças com transtorno de ansiedade de separação podem:
  • Recusar-se a ir à escola
  • Chamar muitas vezes os pais para irem para casa – muitas passam a urinar ou evacuar nas roupas
  • Chorar e se apegar a um professor
  • Fazer birras constantemente
  • Negar-se a ir para a cama à noite
  • Não comer
  • Imaginar que algo ruim poderá acontecer com os pais
  • Queixar-se de sintomas físicos antes, durante e após a separação
Transtorno de Ansiedade Social (ou Fobia Social): Uma criança com transtorno de ansiedade social experimenta muita preocupação e temor ao interagir com outras pessoas e fica ansiosa quando é (ou pensa que é) o centro das atenções. Essa criança tem um forte medo de se sentir constrangida e de que outras pessoas pensem mal dela. Aflige-se com coisas simples, como vestir a “roupa errada” ou falar algo inapropriado.
Crianças com transtorno de ansiedade social podem evitar diversas circunstâncias, dentre elas:
  • Conversar com colegas ou adultos
  • Ir a eventos sociais como festas de aniversário
  • Falar ao telefone
  • Fazer apresentações em público
  • Freqüentar a escola
  • Comer em público
  • Usar banheiros públicos
Fobias específicas: Crianças com fobias específicas têm medo excessivo de certas situações ou objetos. Seu medo é mais forte do que o perigo real representado por eles. Elas se esforçam para evitar o contato com o que temem.
Situações específicas:
  • pontes, transportes (andar de carro, voar em aviões), espaços fechados (elevadores, túneis)
  • Ambientes: lugares escuros, tempestades, alturas, água
  • Animais: cães, aranhas, cobras, insetos (besouros, abelhas)
  • Fobias ligadas à saúde: injeções, agulhas, hospitais, consultórios odontológicos, vômito, asfixia
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Crianças com TAG apresentam preocupações freqüentes e difíceis de controlar com relação a diferentes aspectos da vida. Elas estão a todo o tempo imaginando possíveis perigos (“E se não der certo? E se eu não for capaz? E se acontecer isto? E se acontecer aquilo?”) E precisam de reafirmação constante (“Você tem certeza de que minha lição de casa está certa?”) São comumente descritas como inseguras e perfeccionistas.
Elas tendem a se preocupar com muitas coisas, tais como:
  • Desempenho escolar
  • Fazer as coisas com perfeição
  • Opinião das pessoas a respeito delas
  • Catástrofes mundiais (desastres, doenças, guerras, fenômenos climáticos)
  • Doenças (contrair AIDS, gripe suína; padecer de câncer)
  • Segurança e bem-estar dos entes queridos (família, amigos, animais de estimação)
  • Segurança ou dano (roubo, acidente, morte)
  • Finanças da família
  • Situações do dia-a-dia (o que vestir, para onde ir)
Transtorno do pânico: Crianças com transtorno do pânico têm ataques de pânico inesperados que incluem muitos sintomas físicos, tais como:
  • Tontura
  • Coração disparado
  • Tremores
  • Náusea ou dor de estômago
  • Sudorese
  • Falta de ar
Elas podem estar com medo de que algo ruim ocorra em decorrência do ataque de pânico. Temem, por exemplo, desmaiar, ficar loucas ou até mesmo morrer. Um traço distintivo do transtorno do pânico é o pavor de que ocorram novos ataques de pânico inesperados.
Crianças com transtorno de pânico podem sentir medo extremo em determinados lugares ou em situações que associam aos ataques de pânico, como lugares lotados ou espaços fechados, como elevadores. Esse medo pode levá-los a evitar tais lugares ou situações e é chamado de agorafobia.

O que fazer?

Primeiramente, você, pai ou mãe, precisa observar se o seu comportamento está gerando a ansiedade em seu filho. Manter a calma quando seu filho está aflito por conta de uma situação ou evento é muito importante. Pais ansiosos, filhos ansiosos.
Preste atenção aos sentimentos de seu filho. As crianças – mesmo os bebezinhos – tendem a ficar ansiosas, entediadas. Ajude seu filho a dar nome aos sentimentos: não os menospreze. Por exemplo, muitas crianças têm medo de ir ao dentista. Esse medo gera ansiedade. Ao invés de repreender, diga: “Eu sei que você está com medo, e isso é bom. Eu estou aqui e vou ajudá-lo a passar por isso.”
Uma sugestão: há diversos livros e jogos educativos que auxiliam as crianças a nomear os sentimentos. Compre ou crie algo que possa auxiliar seu filho nisso.
Reconheça e elogie pequenas realizações. Esse gesto vale mais que muitos presentes, acredite. As crianças, ao realizar uma tarefa, fazem-no porque os pais querem e esperam delas algum resultado. Ou seja, elas vivem para fazer os pais felizes. Quando conseguem e são reconhecidas, sentem-se ainda mais amadas e seguras.
Mantenha uma rotina em casa, mas seja flexível. A rotina é fundamental na vida de qualquer pessoa, especialmente na infância. Ter hora para tomar banho, para dormir, para comer e para brincar gera um sentimento de previsibilidade nas crianças. Mas há dias em que as coisas não acontecem da forma como planejamos – a criança adoeceu ou não dormiu bem à noite, apareceu uma visita repentina em casa, etc. Quando isso ocorre, tendemos à frustração e à ansiedade. Ao ficarmos assim, deixamos o “ambiente pesado” e as crianças têm a sensibilidade suficientemente aguçada para percebê-lo. Se você ficar  ansioso ou irritado, seu filho perceberá, além de notar a forma como você lida com os próprios sentimentos – e é bem provável que ele o imite.
Observe o temperamento de seu filho e a forma como ele reage em cada situação. Esse é um fator importante, pois ajudará você a compreender e auxiliar a criança de maneira assertiva. Os temperamentos são quatro: fleumático, sangüíneo, colérico e melancólico – no próximo artigo falarei sobre eles.
Por fim, ajude seu filho a enfrentar as situações que geram ansiedade. Afinal, tais circunstâncias o acompanharão por toda a vida. Muitas vezes, numa tentativa de proteger os pequenos, os pais se esforçam por evitar as situações e lugares que geram ansiedade nos filhos. Na verdade, deveriam ajudá-los a enfrentar os medos e, assim, reduzir a ansiedade.
Para finalizar, deixo aqui a dica de algumas atividades práticas e muito eficazes que poderão ajudar a controlar a ansiedade de seu filho: faça com ele a lição do silêncio e as atividades de vida prática.
Se você tem um filho muito ansioso, conte-nos o que tem feito para ajudá-lo!

Deixe suas dúvidas e opiniões aqui embaixo! Obrigado por compartilhar nosso conteúdo!
Para assistir à aula sobre como criar filhos obedientes, tranquilos e felizes, clique aqui: http://bit.ly/2sqdmfz

Autor: Araceli Alcântara
Fonte: http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/ansiedade-na-infancia-como-identificar-e-o-que-fazer/

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Seis coisas que você NÃO deve dizer a seu filho pequeno

Na comunicação entre pais e filhos, é fundamental que os pais compreendam esta verdade elementar, mas muitas vezes ignorada: a criança não é um mini adulto – ou seja, ela não funciona da mesma forma que o adulto, e a expressão verbal que lhe é dirigida tem de levar isso em conta. Uma vez que a criança está aprendendo a se comunicar, é preciso que os pais dêem o exemplo correto, comunicando-se de forma clara e com firmeza, possibilitando à criança, por sua vez, responder adequadamente a essa comunicação.
Há alguns comportamentos que os pais devem evitar ao interagir verbalmente com os filhos. Avalie se algum dos itens abaixo está presente em sua comunicação com seu filho – uma boa autoavaliação é indispensável para a correção de comportamentos que podem estar gerando conflitos em sua casa, prejudicando a harmonia familiar.


O que você deve evitar na comunicação com seu filho pequeno:

1. Perguntas retóricas: “Você ainda não se levantou?”, “Por que seu quarto ainda está bagunçado?”, “Por que você não presta atenção quando eu falo?”: essas perguntas não comunicam a seu filho um conteúdo claro, mas apenas o seu sentimento de insatisfação diante do comportamento dele. Procure, em vez disso, descrever a ação que você deseja ver realizada: “Levante-se, pegue o par de tênis e calce nos dois pés, agora”, “Guarde seus brinquedos no baú, agora”, “Filho, olhe para mim quando eu falar com você”. A intenção certa ao abordar uma criança é educar, e não extravasar uma insatisfação que possamos ter.
No caso de fazer um pedido, há um recurso que costuma funcionar muito bem, embora sua incorporação na fala cotidiana possa demandar certo esforço: trata-se de inserir o verbo querer na solicitação direcionada a seu filho. Por exemplo: “Filho, queira vestir seu casaco, por favor.” Com esse expediente, você reforça o estímulo sobre a vontade da criança, favorecendo que a obediência aconteça.
2. Frases que demonstram insegurança e falta de autocontrole: afirmações como: “Você me deixa louco!”, “Você acaba comigo!”, ou ameaças vazias – “Você me paga!”, “Você vai ver só!” –, além de não comunicarem nenhum comando e, por isso, serem totalmente ineficazes, transmitem a seu filho a impressão de que o pai é descontrolado. Se você não demonstra autocontrole, não deve esperar que seu filho o faça.
Outra coisa a evitar é a ameaça impossível – “Se você continuar assim, eu vou sumir daqui e nunca mais volto!” –, ou que não se cumprirá: “Se você não desligar esse videogame, eu vou doá-lo para um menino de rua!” Falar por falar enfraquece sua autoridade, acostumando seu filho a não levar a sério o que você diz.
3. Sentimentalismo com o fim de manipular o filho: apelar para a chantagem emocional, além de ser ineficaz, pode ser extremamente enervante para seu filho. Ao dizer, por exemplo, “Fico decepcionado quando você faz isso comigo”, você está comunicando apenas o desejo de que seu filho supra uma carência sua – algo complexo para que uma criança pequena entenda. Ou, ainda, afirmações como: “Você sabe que eu dou um duro danado, trabalho o dia inteiro, para chegar em casa e você me tratar desse jeito!”, “Na sua idade eu não tinha nada, e você tem tudo, mas não dá valor” – além de ineficazes, transferem a seu filho um ônus emocional desnecessário, fazendo-o sentir-se culpado por coisas das quais ele muitas vezes não tem culpa.

4. Dar sermão: a capacidade de atenção de uma criança pequena é limitada; em se tratando de um sermão, é quase inexistente. Se você passar quinze segundos explicando por que seu filho não pode desperdiçar a comida do prato, no quinto ele já terá desconectado e não processará mais nenhuma informação – no máximo, sentirá apenas tédio e um profundo desconforto, que se manifestarão através do choro. Por isso, procure outras maneiras de transmitir o que você deseja: no caso do resto de comida no prato, você pode aproveitar o momento em que testemunharem uma pessoa com necessidades básicas e lembrar a seu filho da importância de agradecer pelo alimento que se tem em casa.
5. Explicações desnecessárias: comandos acompanhados de muitas justificativas costumam ser ineficazes, fornecendo à criança elementos de oposição ou resistência. Dizer, por exemplo: “Filho, vá escovar os dentes, porque temos de ir para a cama, pois amanhã é um dia importante, é a formatura do seu primo que mora em Quixeramobim, e temos de sair cedo”, não fará com que seu filho fique mais motivado a escovar os dentes; pelo contrário, poderá gerar argumentações. A melhor política é ser breve: “Filho, você precisa escovar os dentes, agora.” Depois que ele tiver escovado os dentes, conte a história do primo que mora em Quixeramobim, que estudou tantos anos, que agora vai se formar etc. Assim, você evita criar uma conexão indevida entre ter de escovar os dentes e ter de fazer algo no dia seguinte.
6. Frases que rotulam o filho: dizer coisas como: “Você é muito desatencioso!”, “Você é muito desobediente!”, “Você não gosta de tomar banho, seu porquinho!” prejudica a autoestima da criança, servindo como um reforço da característica negativa, que tenderá assim a arraigar-se. Por isso, nada de rótulos – ainda que eles sejam positivos, como: “Meu filho é muito inteligente.” Ao elogiar, é melhor ser específico, elogiando isto ou aquilo que seu filho fez, do que alimentar sua vaidade com elogios genéricos dirigidos à autoimagem da criança.
Atente para a forma como você se dirige a seu filho. Mudanças pequenas e graduais na comunicação podem fazer uma enorme diferença!
FONTE:http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/6-coisas-que-voce-nao-deve-dizer-seu-filho-pequeno/?utm_source=facebook&utm_medium=post_blog_face&utm_campaign=6coisas_voce_nao_deve_dizer